Quinta-feira, 28 de Outubro de 2004

Os temporais de Viver num passado tão distante

O Antonio Dias que alia uma das vozes da rádio mais potentes do nosso burgo a um humor sobejamente característico, vive um problema de conflito de personalidades, tens dias em que interioriza ser o Luís de Matos e julga-se ilusionista, o que é uma patologia controlada, a minha preocupação é que um dia destes, nesses conflitos de personalidade se julgue Primeiro Ministro e desate a ter ideias brilhantes, tais como mudar São Bento para Almada ou colocar professores a apoiar juizes ou pior ainda, decida pedir ao compadre que despercebidamente vá expulsando um vizinho mais chato, mas enquanto tal devaneio de personalidade se mantém controlado, decidiu fazer uns truques de magia, pretende-me iludir com as palavras e ainda me desafia a encontrar o sentido. Para já fica já um resumo dos comentários


“...A grande questão é saber se o "artista pensador" vê aumentados ou diminuidos os seus dotes de comunicador, em face da penumbra e da dúvida sobre as consequências do temporal. Esperando sempre o melhor (dos fracos não reza a história), concluímos alguma coisa? Ou o que fica da tempestade, da penumbra que não foi anunciada, não nos permite lá chegar? Quantas inconfidências já foram feitas à luz da vela?(...) Encontro, por acaso, dois miudos à procura da felicidade. Não sei se a convencional se a de um qualquer filósofo, por muito "barato" que seja. Do "vale em todo o lado" ao "quis falar-te e não sabia de ti", vai uma fragilidade de vidas. O mais certo é estarem, ambos, do lado oposto. Mesmo que não seja essa a sua intenção. Creio que percebem esta minha intervenção. Curta, propositadamente. E não responderei a perguntas do género ..."o que queres dizer com isso?" Afinal, se eu fosse filósofo, teriam que me entender. Ou fazer por isso. É o desafio que vos lanço. Com um abraço. A ambos, claro. “

publicado por vitorcandidojose às 01:11
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1 comentário:
De Anónimo a 28 de Outubro de 2004 às 18:26
Se dependesse de mim tínhamos mudança pela certa.
Ao ser ilusionista, faria desaparecer, por muito tempo, talvez para sempre, este pobrezito governo que enche a plateia portuga de disparates sem fim.
Se fosse 1º ministro, assegurava-me de que os 2º e 3º ministros eram de confiança. Acabava com todos os ministérios para não ter que pensar onde os ia colocar.
E, pé ante pé, escolhia uma paisagem paradisíaca, de onde pudesse disfrutar dos prazeres da vida de Chefe.
S. Bento jamais seria "transferido" para Almada. A minha terra já tem lixo que chegue.
O Teatro S. Carlos (onde é que eu fui buscar isto, Margarida?)passaria a ser um imenso Centro Cultural, com matraquilhos e tudo.
Agora que me encontro patologicamente puro vou de abalada antes que a sirene me alerte para a proximidade dos paramédicos de serviço ao Miguel Bombarda.
Portem-se bem e tomem os remédios.
Xau, ahn?
Antonio Dias
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(mailto:adias23@netcabo.pt)

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