Segunda-feira, 31 de Janeiro de 2005

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A nossa tragédia

Santana Lopes tem uma necessidade extremada de protagonismo mediatico e do proveito que advém do mesmo. Se a necessidade é privada o proveito é publico e permite-lhe continuar na ribalta política. Numa época de vulgarização - muito em consequência da supressão de um quadros de valores - a fama tornou-se a chave mestra da sociedade. Independente do percurso, o barómetro da fama catapulta para o patamar do divino qualquer vulgaridade. Ele sabe que essa manutenção depende da presença constante e esta da gestão das emoções que se encenam. Santana veste amiúde o papel de vitima, donde pontualmente aproveita para arremessar insinuações torpes, posto isso e ainda no mesmo papel, brande em tom alto que não entra em ataques pessoais tão mais inconsequentes quanto estes são proferidos neste contextos, mas não é a incongruência ou o conteúdo torpe das palavras que é retido pelo publico, é a forma como estas são proferidas e nessa área, quando no papel de vitima ele apela a compaixão, no ataque ele veste a pele do corajoso. Pode parecer evidente esta encenação e até de baixo nível, mas a plateia está cheia.


publicado por vitorcandidojose às 09:15
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4 comentários:
De Anónimo a 2 de Fevereiro de 2005 às 18:22
Antonio mantenho o mesmo que já aqui escrevi o silêncio da critica favorece esta figura. Eu também gostaria de não perder tempo com a actividade politica dele, mas não posso. vitorjose
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(mailto:vitorjose@cnb.pt)
De Anónimo a 31 de Janeiro de 2005 às 18:05
Enquanto Santana Lopes fôr tema de conversa, e pelos vistos está para durar, nada de positivo alcançamos, tal a mediocridade militante deste despudorado senhor. Não me apetece adiantar mais pois não gosto mesmo nada de perder tempo, muito menos com aberrações.
Cumprimentos.Antonio Dias
</a>
(mailto:adias23@netcabo.pt)
De Anónimo a 31 de Janeiro de 2005 às 13:13
iver em Portugal passou de facto a ser uma tragédia...polittikus
(http://polittikus.blogspot.com)
(mailto:pp@sapo.pt)
De Anónimo a 31 de Janeiro de 2005 às 09:30
Caro Vitor José, é isso, justamente que me preocupa. O espectáculo que Santana encena é tão grotesco e primário que dir-se-ia rejeitado por uma sociedade madura e minimamente informada. Como diz, e bem, as plateias estão cheias e ululantes num gozo aparente desta miséria intelectual. Até onde iremos nós?
Como o Vitor não se cansa de repetir, estamos a ficar sem valores (e não é com choques cinicos que lá vamos). Há por aqui muita matéria para reflectir. As suas propostas de reflexão (que tenho deixado a marinar) parecem-me ser boas pistas para procurar uma saída alternativa ao buraco negro para onde parece encaminhar-se a nossa sociedade.
Um abraçoLuís Sequeira
(http://abnegado.blogspot.com)
(mailto:sequeiralopes@iol.pt)

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