Quarta-feira, 2 de Fevereiro de 2005

Breves...

“Eu sou amigo, mas não muito amigo de Sócrates” 


 É recorrente aproveitar este espaço para falar da falência do quadro de valores. A frase acima mencionada que foi proferida ontem pelo ainda Primeiro-Ministro Português, era mais uma oportunidade para enquadrar nessa falência, quer como exemplo, quer como demonstrativo da dimensão e da gravidade desse desmoronar, no entanto –talvez por cansaço- prefiro apenas lembrar para quem aprecie ou no caso tenha dificuldade no entendimento e na profundidade da Amizade que Aristóteles num pequeno livro denominado “ A Ética a Nicómaco” , dedica ao tema uma das peças mais intensas e belas da erudição sobre a Amizade, da qual cito :


“...Amizade é quando o tempo não apaga, a distancia não separa e cujo silêncio não destroi. Porque nem sempre a distancia significa ausência, nem o silêncio esquecimento!...”


 


“Eles querem-me condicionar estou farto disto” Santana Lopes


 Também muitos de nós estamos e por acaso nem o elegemos, mas não se preocupe é um lapso de tempo aquele que decorre até dia 20 de Fevereiro ( embora não seja um utilizador da esperança, tenho direito a ela! ).

publicado por vitorcandidojose às 10:50
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7 comentários:
De Anónimo a 4 de Fevereiro de 2005 às 08:46
É tão verdade o que escreve que me arrisco a dizer que há mais pessoas dentro do PSD a gozar a situação que nos outros partidos. Mas não devia haver é um patrimonio comum que é destruido. Vitor jose
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(mailto:vitorjose@cnb.pt)
De Anónimo a 3 de Fevereiro de 2005 às 18:55
Concordo, Vitor. Mas que a cada "tiro no pé" há gente do PSD a soltar uma estridente gargalhada, não tenho dúvida.Antonio Dias
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(mailto:adias23@netcabo.pt)
De Anónimo a 2 de Fevereiro de 2005 às 19:15
António, pensa sinceramente que esta figura precisa de alguém para lhe “fazer a cama” ? Já reparou que das fases mais conturbadas deste pequeno governo em tempo e capacidade, foi o próprio a produzi-las. Esta campanha o PSD que é o partido do governo nem precisa de ser criticado por ninguém, cada tiro político que o PSD dispara acerta no próprio pé. vitorjose
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De Anónimo a 2 de Fevereiro de 2005 às 18:22
Tinham razão aqueles, mesmo dentro do PSD, que não queriam Santana Lopes. Acho até que foram alguns "barões" desse partido a "fazerem a cama" ao Lopes. Vai uma aposta?
É evidente que há gente no PSD capaz. Claro que há. Mas que não querem nada com gente medíocre. Foi para isto que Francisco Sá Carneiro fundou este partido?
Santana Lopes está mais que condicionado. Está mais que farto. Mas é arrogante e teimoso. Vai à luta. Sem perspectivas.
O PS não nos garante alternativa credível. Mas, do mal o menos, não é. Ainda assim, e porque nunca passo cheques em branco... terei que optar no dia 20. Em quem votar? Ainda não sei. Ou, o mais certo, votar em mim.Antonio Dias
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(mailto:adias23@netcabo.pt)
De Anónimo a 2 de Fevereiro de 2005 às 17:56
Chegou a um ponto de não retorno o que hoje se vive vai deixar no PSD uma marca que ainda ninguém consegue entender a sua verdadeira dimensão. O voto é uma dor de cabeça o que se segue é um trauma colectivo.
vitor josé
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(mailto:vitorjose@cnb.pt)
De Anónimo a 2 de Fevereiro de 2005 às 13:04
Caro Vitor José, bem observado. A citação de Aristóteles não podia estar melhor enquadrada. Este senhor criou um problema sério ao PSD. Está a arrastar todo o partido na sua vertiginosa queda, torna-se dificil para qualquer social-democrata bem formado votar nesta criatura (e votar no PSD é também, ou sobretudo, votar nele). Uma dor de cabeça, um dilema. O país, claro, perde e muito. Ao que isto chegou!Luís Sequeira
(http://abnegado.blogspot.com)
(mailto:sequeiralopes@iol.pt)
De Anónimo a 2 de Fevereiro de 2005 às 11:02
Cá estamos para ver , após o 20 de Fevereiro...........aguardemos! bjsdocerebelde
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