Quarta-feira, 10 de Novembro de 2004

Angelical

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Não sou um entusiasta de efemérides, esses dias que nos lembram aqueles outros dias em que faleceram pessoas pelas quais nós nos sentimos unidos por afectos. Por isso é mesmo uma excepção lembrar hoje alguém a quem a estrada roubou a vida e com ele também um pouco da nossa riqueza. A sua musica revelava a forma como saboreava os dias, a forma como estava, a sua humildade onde se compreendia a distancia que tinha de palavras como vitoria ou derrota, ele foi um exemplo para todos nós. Hoje quando volto a ouvir "Pó de arroz" e "Cegonha", sinto em todo o seu esplendor a beleza da inocência, a perfeição da simplicidade. "Cinderela" é um hino a nossa juventude, a nossa feliz e apaixonante inconsciência e a beleza singela do Amor sem pedras, repleto de sonho. Carlos Paião é eterno através da sua musica e da sua atitude.
publicado por vitorcandidojose às 13:48
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1 comentário:
De Anónimo a 10 de Novembro de 2004 às 18:23
O que havia para dizer sobre Carlos Paião. Mas, como diria o outro, não temos tempo. Aqui é mais não temos espaço.
Carlos Paião, o anti-vedeta, o cantor genial, a voz que enternecia jovens e menos jovens, o verdadeiro artista.
Bem recordado Vitor.
Antonio Dias
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(mailto:adias23@netcabo.pt)

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