Quarta-feira, 31 de Agosto de 2005

Tempo de Férias com Sophia

Não creias, Lídia que nenhum estio


 Por nós perdido possa regressar


 Oferecendo a flor


Que adiámos colher.


 


Cada dia te é dado uma só vez


 E no redondo círculo da noite


 Não existe piedade


 Para aquele que hesita.


 


Mais tarde será tarde e já é tarde.


 O tempo apaga tudo menos esse


 Longo indelével rasto


 Que o não-vivido deixa.


 


Não creias na demora em que te medes.


 Jamais se detém Kronos cujo passo


 Vai sempre mais à frente


Do que o teu próprio passo


publicado por vitorcandidojose às 17:58
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