Quarta-feira, 5 de Janeiro de 2005

Sophia

Cidade dos Outros



Uma terrível atroz imensa
Desonestidade
Cobre a cidade
Há um murmúrio de combinações
Uma telegrafia
Sem gestos sem sinais sem fios
O mal procura o mal e ambos se entendem
Compram e vendem
E com um sabor a coisa morta
A cidade dos outros
Bate à nossa porta.

publicado por vitorcandidojose às 15:22
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1 comentário:
De Anónimo a 7 de Janeiro de 2005 às 14:50
Sim, a "cidade" dos outros bate (por vezes) á nossa porta.......infelizmente ainda há pessoas que pensam que á porta deles não, eles são poderosos (apenas monetariamente....)
Gostei do poema e fiz sua leitura, convicta de que corretamente. Um abraçodocerebelde
(http://Docerebelde.blogs.sapo.pt)
(mailto:DoceRebelde@hotmail.pt)

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