Segunda-feira, 24 de Janeiro de 2005

Expresso

Mera constatação, a primeira pagina do Expresso sempre conviveu com a intriga política e com a função de veiculo de teste e de mensagens dos protagonistas políticos, em bom rigor nisto não há novidade mas nos últimos tempos essa vertente não só se tornou mais intensa como se tornou mais vulgar. Nas paginas seguintes de política o Expresso não sai muito melhor na fotografia, artigos de opinião disfarçados de noticias em que para lá do redactor do texto a verdadeira assinatura é de “fontes próximas”. Há um caminho que é o de um jornal de referência e outro que é o de um jornal politico/alcoviteiro.
publicado por vitorcandidojose às 01:20
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1 comentário:
De Anónimo a 25 de Janeiro de 2005 às 18:16
Qualquer jornal que se preze de o ser, nem que seja pela negativa, faz, da sua primeira página, um convívio próximo com a intriga. Seja ela política ou de direito, de "faca e alguidar" ou de apitos dourados... Mas não é isso que vende?
A nossa forma de ser e de estar, fomenta e incentiva as notícias do nada, do vazio. Qual é a página que "lemos" nas prateleiras? A última? Nunca! A primeira, claro está. Uma página pode valer um jornal. Mesmo que nada diga, ou diga muito pouco. Se fôr escândalo, vale uma edição. Ou duas, às vezes. Antonio Dias
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(mailto:adias23@netcabo.pt)

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